domingo, 28 de março de 2010

Tem coisas que não fazem sentido

Esse é provavelmente o primeiro post sobre essa assunto, mas vou abri-lo de qualquer maneira. Certas coisas, simplesmente não fazem sentido. 5 da manhã, doido pra dormir, mas cheio de idéias pra escrever, e o que me vem na cabeça é o que minha mulher está assistindo, também pra "achar o sono perdido".
Infelizmente estou "vendo por tabela" American Idol. Por tabela, porque estou escrevendo, mas na verdade, mesmo sem perceber, estou vendo American Idol. A única razão no mundo pra isso é a insônia que me aflige. Acabou que, desse programa nefasto, veio uma coisa boa. Ele me fez pensar em uma coisa, que a muito tempo penso, mas só agora que eu tenho um blog pra falar sobre nada, posso falar.
Odeio, simplesmente odeio, que é o jeito que os norte-americanos tratam os músicos. Vendo American Idol fica mais claro ainda. Os cantores são as estrelas. Lead Singers que levam o público. Ninguém mais quer saber do cara que faz a guitarra tão psicodélica, quanto o Jimi Hendrix. Ninguém pensa no cara do baixo, que segura a música e mantém o ritmo igual ao John Paul Jones, e o pior, as baterias não são mais ligadas a nomes como John Bonham e Keith Moon, agora são sintéticas e seriam melhor relacionadas a um nerd(também sem nome) da microsoft!!!!!
Não dá pra entender, simplesmente não dá! E aos que pensam que eu estou reclamando porque eu sou um músico frustado, acertaram, mas erraram no instrumento. Eu cantava! Lead Singer supostamente!! E acho um absurdo o mundo da música perder os músicos, ficando só com os cantores e cantoras, que nem sempre tem talendo e são levados pelos seus produtores, como se fossem rebanho. Vide Miley Cyrius, que lançou a boa música Party in the USA. Letra, música, tudo, tudo, feito pelos produtores, ela só entrou e cantou, se é que cantou, né... Quer a prova final? Um jornalista perguntou para Miley qual era a música do Jay-Z(monstro não só do Rap, mas como Produtor e ainda pro cima, marido da Beyonce) que ela preferia. Sabe o que ela respondeu? "Não gosto de Jay-Z, nem nada de Pop." O reporter atônito, retrucou, falando que esse era o gênero que ela cantava, e a próxima dela foi pior ainda: "Não preciso gostar de um gênero para cantar ele."
Desculpa Miley, mas precisa sim. Talvez para vender não, mas para fazer bem, precisa. A música precisa de sentimento quando cantada. Como por exemplo a maravilhosa Empire State of Mind, do Jay-Z com a Alicia Keys, que estou ouvindo agora, logo depois do final de American Idol. Os quatro minutos da música, valem muito mais do que todas as temporadas dessa bosta.

Viu, tem coisas, que simplesmente não fazem sentido!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Assassinos de baleias Brancas!

Porque Assassinos de Baleias Brancas?! A idéia veio do célebre livro de Herman Melville, escritor e poeta norte-americano que dentre outras histórias menos famosas, escreveu Moby Dick. Se você não conhece o autor, não tem problema! Eu fui ver o nome dele no Wikipédia e sugiro que alguma alma caridosa dê uma melhorada no seu perfil, já que pseudo-hakers-emomuchos o invadiram.
Este post não faz apologia, de forma alguma, a maus tratos com os animais. A idéia do post, assim como a idéia do livro é a eterna busca pelo inatingível, que no romance de Melville é simbolizado na forma da cachalote branca Moby Dick. No livro o capitão Ahab, parte para os mares a bordo de seu baleeiro Pequod, em busca da maior e mais temida baleia dos sete mares. A busca de Ahab é a mesma que nós fazemos ao longo de nossas vidas. O livro inteiro é uma metáfora da busca incessante que nós, humanos, temos de atingir o inatingivel, a busca eterna pelos nossos sonhos, que às vezes nos destroem, enquanto às vezes nos levam muito além deles mesmos.
Os nossos sonhos, muitas vezes nascidos e criados na infância. Sonhos infantis que vão embora conforme crescemos; sonhos de adultos que nos atraem a uma profissão ou lazer. Sonhos em geral, que vivem nas nossas cabeças, e mesmo impossíveis, continuam ali, alimentados pela nossa imaginação. Sonhos que nos ajudam a sair da realidade em que vivemos. Sonhos que nos levam a ser quem nós somos, sendo eles alcançados ou não. Afinal, nós somos e sempre seremos os assassinos de nossas próprias baleias brancas.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Nada sobre tudo!

Esta é a minha primeira postagem sobre o nada. Ou sobre tudo. Hoje existem mais de 7 bilhões de pessoas na Terra. A Ásia, mais especificamente Índia e China, detém 60% e mesmo se forem considerados leitores de blogs, duvido muito que um dia vão ler o meu.
O que nos leva a Ámerica do Sul, mais especificamente ao Brasil, que hoje conta com uma população aproximada de 190 milhões, sendo que somente 15% desses tem acesso a internet. Considerando o teor do blog, "Nada", duvido que esses 28,5 milhões de pessoas, vão um dia se interessar por esse blog, mas não custa nada tentar.
A idéia do "Nada sobre Tudo!" é simples, falar sobre nada e tudo. Isso mesmo, sem brincadeira. Desde programas televisivos que passam na sua frente e vão embora com a mesma rapidez de um toque no controle remoto, até as discussões mais polêmicas e intelectuais(ou pseudo-intelectuais) que estão sendo abordadas no mundo de hoje.
Comentários são bem vindos, embora duvido que haja muitos...rs!

Espero que gostem do Nada e tentem falar sobre Tudo comigo!

Abraços!